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DEPOIS DO AMOR

DEPOIS DO AMOR

Encerrada em 01/06/17

 

ESPETÁCULO CANCELADO

Casados na vida real, Danielle Winits e André Gonçalves sobem juntos ao palco no último trabalho de Marília Pêra como diretora.
Winits está em cartaz com a peça desde dezembro de 2015, na qual  interpreta o mito Marilyn Monroe e André encara o desafio de interpretar uma mulher para viver uma ex amiga de Marilyn. 
Escrito por Fernando Duarte. Esse projeto já passou por 19 cidades brasileiras, sempre com grande sucesso de público e crítica.
A trama de Depois do Amor retorna ao ano de 1962 e aos bastidores do filme “Something’s got to give”, produção estrelada por Marilyn Monroe e interrompida em virtude de sua morte, no mês de agosto do mesmo ano, aos 36 anos.
Nos primeiros 16 dias, a atriz, vivida na peça por Danielle Winits, não apareceu no set de filmagem alegando uma sucessão de enfermidades. Quando finalmente decidiu trabalhar estava mais magra e foi preciso ajustar todo o seu figurino, que havia sido encomendado por ela ao famoso estilista Jean Louis.
Margot Taylor, vivida por André Gonçalves, foi designada para a tarefa, e encontrou a atriz em sua nova casa. Assistente do estilista, ela era também velha conhecida da sexy symbol .
Elas se tornaram amigas em 1952, nos bastidores de uma filmagem. Na época, Margot era namorada de Joe DiMaggio, que ao colocar os olhos em Marilyn, rompeu com ela e viveu um casamento de nove meses com a atriz. Dez anos depois, a vida se encarregou de colocar as duas frente a frente para um acerto de contas.

Enquanto experimenta os belos vestidos, Marilyn e Margot conversam sobre o passado, os amores e as alegrias, relembrando fatos engraçados, aflições e vislumbrando um futuro, que a Deusa do cinema não teve tempo para viver.

Depois do Amor poderia ser definido como um estudo da alma feminina, mas pode ser mais que isso. Em cena, um dos maiores mitos da feminilidade do século XX: Marilyn Monroe, a mais absoluta encarnação do glamour, da feminilidade e da carência afetiva e Margot, uma mulher comum. Apesar das diferenças abissais entre os dois mundos, perceptíveis de imediato, a mesma prisão as aproxima: a dificuldade de se afirmar com autonomia em um mundo controlado pelos homens e a impossibilidade de encarar a vida sem afeto.
 

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