{"id":59874,"date":"2026-07-22T23:25:10","date_gmt":"2026-07-23T02:25:10","guid":{"rendered":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/2026\/07\/22\/brasil-continua-fora-do-mapa-da-fome-aponta-relatorio-da-onu\/"},"modified":"2026-07-22T23:25:10","modified_gmt":"2026-07-23T02:25:10","slug":"brasil-continua-fora-do-mapa-da-fome-aponta-relatorio-da-onu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/2026\/07\/22\/brasil-continua-fora-do-mapa-da-fome-aponta-relatorio-da-onu\/","title":{"rendered":"Brasil continua fora do Mapa da Fome, aponta relat\u00f3rio da ONU"},"content":{"rendered":"<p> Por MRNews<br \/>\n<\/p>\n<div>\n<p><strong>O Brasil permanece fora do Mapa da Fome, segundo o relat\u00f3rio <em>O Estado da Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional no Mundo\u00a02026\u00a0<\/em>(na sigla em ingl\u00eas, SOFI).\u00a0De acordo com o mapa interativo\u00a0criado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO-ONU), no tri\u00eanio 2023-2025, o pa\u00eds manteve a propor\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00e3o subnutrida abaixo do limite de 2,5%. Esse \u00e9 percentual m\u00e1ximo adotado pela FAO como par\u00e2metro mundial para considerar que um pa\u00eds est\u00e1 fora do Mapa da Fome.<\/strong><\/p>\n<p>Em 2025, pela segunda vez, o pa\u00eds conseguiu sair do Mapa da Fome (com base nos dados do tri\u00eanio 2022-2024 do relat\u00f3rio SOFI). A primeira vez foi em 2013.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, indicadores do mapa mostravam que 3,5% da popula\u00e7\u00e3o brasileira estava em situa\u00e7\u00e3o de fome no per\u00edodo de 2020 a 2022.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/mrnews.com.br\/index.php\/2026\/07\/22\/comite-antecipa-geracao-de-energia-para-evitar-impactos-do-el-nino\/\">Comit\u00ea antecipa gera\u00e7\u00e3o de energia para evitar impactos do El Ni\u00f1o<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/mrnews.com.br\/index.php\/2026\/07\/22\/cabo-da-gnr-morre-durante-perseguicao-a-traficantes\/\">Cabo da GNR morre durante persegui\u00e7\u00e3o a traficantes<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Os dados do SOFI 2026\u00a0foram divulgados nessa ter\u00e7a-feira (21), na sede da FAO, em Roma, durante a 30\u00aa Sess\u00e3o do Comit\u00ea de Agricultura da organiza\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p>Em discurso na sess\u00e3o, a\u00a0ministra do Desenvolvimento Agr\u00e1rio e Agricultura Familiar (MDA), Fernanda Machiaveli, comentou o\u00a0resultado brasileiro.\u00a0\u201cEsses resultados nos lembram que a fome n\u00e3o \u00e9 inevit\u00e1vel. Quando os governos priorizam o combate \u00e0 fome, \u00e0 pobreza e \u00e0 desigualdade, \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar avan\u00e7os concretos\u201d, disse.<br \/>\u00a0<\/p>\n<p>O fundador do Instituto Fome Zero (IFZ) e ex-diretor-geral da FAO (de 2012 a 2019), Jos\u00e9 Graziano da Silva, comemorou o fato de o pa\u00eds ter avan\u00e7ado na redu\u00e7\u00e3o da subalimenta\u00e7\u00e3o e de continuar fora deste panorama. \u201cO relat\u00f3rio da FAO traz muito boas not\u00edcias para o Brasil. Pelo indicador utilizado, de preval\u00eancia da subalimenta\u00e7\u00e3o, n\u00f3s temos menos de 2,5% da popula\u00e7\u00e3o [passando fome]\u201d, disse em entrevista \u00e0 <strong>Ag\u00eancia Brasil<\/strong>.<\/p>\n<p>H\u00e1 mais de 50 anos, o \u00edndice oficial usado pela FAO para monitorar a fome no mundo se baseia no indicador de Preval\u00eancia de Subnutri\u00e7\u00e3o (PoU, na sigla em ingl\u00eas). O PoU apresenta uma estimativa da popula\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds que, dada a distribui\u00e7\u00e3o da renda e a quantidade de alimentos\u00a0dispon\u00edveis, n\u00e3o teria acesso ao total\u00a0suficiente de calorias di\u00e1rias para uma vida saud\u00e1vel.<\/p>\n<h2>Relat\u00f3rio SOFI-2026<\/h2>\n<p>O relat\u00f3rio foi elaborado por cinco institui\u00e7\u00f5es: a pr\u00f3pria FAO, o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agr\u00edcola (FIDA), a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e o Fundo das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Inf\u00e2ncia (Unicef).<\/p>\n<p>Baseado no relat\u00f3rio global, o diretor do Instituto Fome Zero estima que o Brasil tem, atualmente, n\u00fameros melhores na supera\u00e7\u00e3o da fome. \u201cQuando olhamos os outros dados do relat\u00f3rio, d\u00e1 para dizer que o Brasil tem menos de 1% de subalimenta\u00e7\u00e3o hoje.\u00a0Provavelmente, algo em torno de 0,6%, 0,7%\u201d, calculou Jos\u00e9 Graziano.<\/p>\n<h2>Inseguran\u00e7a alimentar severa<\/h2>\n<p>O relat\u00f3rio mundial tamb\u00e9m apontou que o percentual de inseguran\u00e7a alimentar severa no Brasil segue uma trajet\u00f3ria de queda registrada pela organiza\u00e7\u00e3o.<strong> Segundo os dados, 0,6% da popula\u00e7\u00e3o ou 1,2 milh\u00e3o de pessoas no pa\u00eds est\u00e3o nesta condi\u00e7\u00e3o, o menor patamar da s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/strong><\/p>\n<p>O representante do Instituto Fome Zero destaca que, apesar dos avan\u00e7os, o Brasil precisa agir para tirar este p\u00fablico da vulnerabilidade causada pela falta de alimentos.\u00a0\u201cMais de 1 milh\u00e3o de pessoas ainda t\u00eam uma inseguran\u00e7a alimentar severa no Brasil, segundo os pr\u00f3prios dados do relat\u00f3rio. \u00c9 muita gente\u201d, alertou Jos\u00e9 Graziano.<\/p>\n<p>Na Escala de Experi\u00eancia de Inseguran\u00e7a Alimentar (FIES, na sigla em ingl\u00eas), aqueles que enfrentam a inseguran\u00e7a alimentar severa provavelmente, ficaram sem alimentos, passaram fome e, na situa\u00e7\u00e3o mais extrema, ficaram um dia inteiro (ou mais) sem comer, colocando assim a sua sa\u00fade e bem-estar em grave risco.<br \/>\u00a0<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image\">\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<p>Jos\u00e9 Graziano da Silva, fundador do Instituto Fome Zero e ex-diretor-geral da FAO \u2013 <strong>Foto: Arquivo pessoal<\/strong><!--END copyright=469552--><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<h2>Inseguran\u00e7a alimentar moderada ou grave<\/h2>\n<p>Quando considerada a preval\u00eancia da inseguran\u00e7a alimentar moderada ou grave na popula\u00e7\u00e3o total do Brasil, o registro \u00e9 de 9,6% (2023-2025), cerca de 20,3 milh\u00f5es de pessoas. Nos tr\u00eas\u00a0tri\u00eanios anteriores, a preval\u00eancia foi de\u00a022,1% da popula\u00e7\u00e3o brasileira (2020-2022); 18,4%\u00a0(2021-2023);\u00a0e 13,3% (2022-2024).<\/p>\n<p>\u201cSegundo o relat\u00f3rio, n\u00f3s conseguimos tamb\u00e9m reduzir substancialmente o n\u00famero de pessoas com inseguran\u00e7a alimentar moderada e grave\u201d, frisou Graziano.<\/p>\n<p>A titular do MDA destacou os avan\u00e7os nacionais que permitiram que milh\u00f5es de brasileiros passassem a comer melhor.\u00a0Para ela, o combate \u00e0 fome exige uma abordagem conjunta que associa o aumento da renda da popula\u00e7\u00e3o; o fortalecimento da seguran\u00e7a alimentar, com a amplia\u00e7\u00e3o da oferta e do acesso a alimentos saud\u00e1veis; al\u00e9m da substitui\u00e7\u00e3o de alimentos ultraprocessados por produtos frescos e diversificados e saud\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u201cEssa abordagem integrada reconhece que o acesso \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel depende n\u00e3o apenas da disponibilidade de alimentos, mas tamb\u00e9m da capacidade das pessoas de adquiri-los, dos incentivos oferecidos aos produtores e da forma como os sistemas alimentares s\u00e3o organizados\u201d, refor\u00e7ou Fernanda Machiaveli.<\/p>\n<p>A Escala de Experi\u00eancia de Inseguran\u00e7a Alimentar (FIES) define que as pessoas que vivenciam a inseguran\u00e7a alimentar moderada enfrentam incertezas quanto a sua capacidade de obter alimentos e reduziram, por vezes durante o ano, a qualidade e\/ou a quantidade dos alimentos que consomem devido \u00e0 falta de dinheiro ou outros recursos.<\/p>\n<h2>Custo da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel<\/h2>\n<p><strong>A propor\u00e7\u00e3o de pessoas que n\u00e3o podem pagar por uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel tamb\u00e9m apresentou queda no Brasil, ficando em 21,1% da popula\u00e7\u00e3o, em 2025, o que equivale a 44,8 milh\u00f5es de pessoas.<\/strong><\/p>\n<p>Considerando a\u00a0s\u00e9rie hist\u00f3rica do relat\u00f3rio (entre 2017 e 2025), a\u00a0maior propor\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de arcar com uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel foi registrada\u00a0em 2021: 31,1% (65,3 milh\u00f5es de pessoas). Os n\u00fameros revelam que 20,5 milh\u00f5es de pessoas passaram a ter condi\u00e7\u00f5es de condi\u00e7\u00f5es de bancar uma dieta saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u201cO Brasil melhora as condi\u00e7\u00f5es de acesso da popula\u00e7\u00e3o a uma dieta saud\u00e1vel. Isso \u00e9 muito importante num pa\u00eds que est\u00e1 aumentando de maneira assustadora a obesidade, principalmente entre crian\u00e7as e adolescentes\u201d, destacou\u00a0Graziano.<\/p>\n<p>O estudo demonstra que o custo da dieta saud\u00e1vel no Brasil foi de US$ PPC 4,89 (d\u00f3lares em Paridade do Poder de Compra) por pessoa ao dia, em 2025. Custo mais alto que o registrado em 2024: US$ PPC 4,69\u00a0por pessoa ao dia.<\/p>\n<p>A m\u00e9dia brasileira de 2025 ficou abaixo do mesmo custo da Am\u00e9rica do Sul (US$ 4,94) e da Am\u00e9rica Latina e Caribe (US$ 4,91).<\/p>\n<p>Para calcular este n\u00famero, a FAO-ONU adota a Paridade do Poder de Compra (PPC) \u2013 em ingl\u00eas, purchasing power parity (PPP). Esta metodologia converte as moedas locais para o d\u00f3lar ajustando as diferen\u00e7as de custo de vida e ainda considera vari\u00e1veis como tamanho da popula\u00e7\u00e3o, perfil de renda e custo m\u00e9dio de uma cesta de alimentos saud\u00e1vel. Desta forma, a unidade de medida usada consegue comparar o poder aquisitivo entre pa\u00edses.<\/p>\n<p>A ministra brasileira enfatizou que a instabilidade dos pre\u00e7os dos alimentos continua sendo uma das maiores amea\u00e7as ao acesso \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, especialmente para as popula\u00e7\u00f5es mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>Ela citou mecanismos para estabilizar os mercados e garantir o acesso a alimentos essenciais como forma de proteger tanto produtores quanto consumidores, como investimentos em armazenagem e estoques p\u00fablicos de alimentos. \u201cA disponibiliza\u00e7\u00e3o de estoques [de alimentos n\u00e3o perec\u00edveis] em per\u00edodos de interrup\u00e7\u00e3o da oferta ou de infla\u00e7\u00e3o excessiva dos alimentos contribui para estabilizar os mercados e manter os alimentos b\u00e1sicos acess\u00edveis, especialmente para a popula\u00e7\u00e3o mais vulner\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<h2>Ritmo dos avan\u00e7os<\/h2>\n<p>O relat\u00f3rio destaca globalmente que os avan\u00e7os na nutri\u00e7\u00e3o de m\u00e3es e crian\u00e7as s\u00e3o lentos e marginais, o que amea\u00e7a o cumprimento das metas internacionais estipuladas para 2030.<\/p>\n<p>Enquanto a m\u00e9dia dos pa\u00edses analisados \u00e9\u00a0que 30,8% das crian\u00e7as entre 6 e 23 meses no mundo consumiam uma alimenta\u00e7\u00e3o minimamente diversificada, em 2024, especificamente no Brasil, o percentual de crian\u00e7as nessa mesma faixa et\u00e1ria que atingem a diversidade alimentar m\u00ednima chegou a 63,3% ou 2,4 milh\u00f5es de crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Os principais indicadores de alerta do relat\u00f3rio\u00a0relativos ao Brasil, com base nos dados mais recentes, s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>8,7% dos beb\u00eas (200 mil) ainda registraram baixo peso ao nascer, em 2020;<\/li>\n<li>aleitamento materno exclusivo: menos da metade (45,8%) dos lactentes, cerca de 600 mil beb\u00eas de at\u00e9 5 meses se alimentavam desta forma, em 2024;<\/li>\n<li>desnutri\u00e7\u00e3o infantil grave: 3,4% das crian\u00e7as menores de 5 anos tiveram emagrecimento acentuado em 2024, cerca de 500 mil crian\u00e7as;<\/li>\n<li>8,9% das crian\u00e7as de at\u00e9 5 anos (1,2 milh\u00e3o) ainda sofriam de atraso no crescimento, em 2024;<\/li>\n<li>excesso de peso em crian\u00e7as: 10,9% (1,4 milh\u00e3o) do p\u00fablico com menos de 5 anos estavam acima do peso saud\u00e1vel, em 2024;<\/li>\n<li>obesidade adulta: 30,1% da popula\u00e7\u00e3o maior de 18 anos, ou 48,7 milh\u00f5es de pessoas, estavam acima do peso, em 2024;<\/li>\n<li>anemia em mulheres: o relat\u00f3rio diz que o quadro de anemia entre mulheres em idade f\u00e9rtil (15 a 49 anos) est\u00e1 piorando globalmente. No Brasil, a preval\u00eancia de anemia em mulheres\u00a0foi de 21,3%, em 2023, ou 11,9 milh\u00f5es de mulheres desta faixa et\u00e1ria.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Fome mundial<\/h2>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o da fome global em 2025, o relat\u00f3rio da FAO retrata tamb\u00e9m que propor\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o mundial em situa\u00e7\u00e3o de fome diminuiu pelo terceiro ano consecutivo.<\/p>\n<p><strong>O relat\u00f3rio estima que cerca de 645 milh\u00f5es de pessoas sofreram com fome em 2025, representando uma redu\u00e7\u00e3o de quase 14 milh\u00f5es, em compara\u00e7\u00e3o com 2024, e de 43 milh\u00f5es, em rela\u00e7\u00e3o a\u00a02022.<\/strong><\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o de 2026 da an\u00e1lise global calcula que 8,6% da popula\u00e7\u00e3o mundial sofreu de fome em 2022. Percentual que caiu para 8,1%, em 2024, e 7,8%, em 2025.<\/p>\n<p>Apesar da redu\u00e7\u00e3o cont\u00ednua nos n\u00edveis da fome, a recupera\u00e7\u00e3o \u00e9 desigual entre os continentes. Enquanto a \u00c1sia, a Am\u00e9rica Latina e o Caribe apresentam melhorias graduais nos \u00faltimos tr\u00eas anos, a \u00c1frica \u00e9, atualmente, o continente com o maior n\u00famero absoluto de pessoas famintas, em um contexto de r\u00e1pido crescimento populacional, diz a FAO.<\/p>\n<p>S\u00e3o cerca de 309 milh\u00f5es de pessoas famintas na \u00c1frica, o que corresponde \u00e0 propor\u00e7\u00e3o de 20,0% da popula\u00e7\u00e3o regional que passa fome. Em 2024, esse \u00edndice foi ligeiramente maior: 20,3% da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por MRNews O Brasil permanece fora do Mapa da Fome, segundo o relat\u00f3rio O Estado<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-59874","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"amp_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59874","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=59874"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/59874\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=59874"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=59874"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/tvtribunape.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=59874"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}